quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Leave


I don't know what to do anymore
It feels like I'm all alone here
I'm bleeding inside
I'm crying and yelling inside
I'm blowing up inside
Cause I can't do this anymore

I feel like I could hit anyone right now
I wanna scream out loud
And cry until my tears deplete
Sometimes I want to cut my life to the bone
And bleed until my veins dry too

These are my last words
I love you
I fuckin' love you
And loving you
It's killing me
Cause I can't take this pain anymore

My heart is destroying me
My soul can't breathe
My eyes can't see anything
But you

Cause you're the only one for me
And I can't believe
You still want to play with me

Just leave.

Depression

I'm not recognizing myself anymore
I don't know
It never happened before
I feel so fucking sad
I wish I could take all these feelings
And throw it away
You'd like me to do that
But I can't, I simply don't know how to do that
It's so easy to say that

"Smile and move on..."

But it's not that easy to do that
I'd love to forget all the damn things
That make me feel like this
If I knew what is it
But I don't even know what's
Driving me this way

I'm getting crazy
I don't know where to take energy
And will to smile everyday
To pretend that everything's alright

I hate to pretend
But I have to do that so I don't hurt the people around
Now I think maybe I've found a way
To feel better
Maybe writing I can feel better

I think I won't, but baby
What else can I do?
I don't know
If you know, please tell me quickly
Cause my time is running out
I'm in the end of this shit
I'm almost giving up on this

I'd like it was easy even to talk about it
But how can I talk about something I don't even know??
I'm feeling sad, depressive, like I was bleeding inside
And I'm feeling so angry, so furious
I don't even know who I am

I'm leaving now.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Drawning

My heart is bleeding, I feel I'm falling and you're not there to save me,
Because you're the one who pushed me before.
My mind is losing its focus, I can't concentrate anymore
You're pushing me down, driving me crazy, you're hurting me.

My feelings are dying, I don't understand why you're doing this to me
Why you needed to do this now, now that we're getting closer from the surface

O Manto da Angústia

Ela estava cansada. Ela queria mudanças, ela queria uma vida melhor, menos preocupações, menos estresse, menos ansiedade. Ela só queria viver. Viver em paz, viver com quem a ama e por ela é amado. Ela só queria viver.

Mas não era assim que a vida funcionava.
Na verdade, todos a ignoravam, todos com quem ela mantinha algum tipo de contato, por mínimo que fosse, desapareceram, como que se quisessem mostrar que desaprovavam algo que ela tivesse feito. E por isso ela ficava chateada, sim, ficava, pois afinal de contas, agora ela já não tinha mais ninguém. Seus pais, seus amigos, todos, haviam-na deixado. Ela estava mais sozinha do que nunca, e desta vez, com enormes responsabilidades. Ela temia que não conseguisse, temia que surtasse a qualquer momento, colocando em perigo aquele a quem ela mais amava.
Com tudo isso ela já não sabia o que fazer. Tudo o que ela queria era ser amada e respeitada, mas tudo o que ela recebia eram olhares de desdém e desaprovação. No fundo, ela não dava a mínima para a opinião dos outros quanto às suas atitudes. Quem sabia era ela, quem sabia se era certo ou não, era ela e talvez, Deus, ou Deusa, Jeová, Alá, tanto faz. Vários nomes para a mesma pessoa. Assim como ela, às vezes era Hakkyo, outras, Panddhorah. Uns a chamavam pelo nome real, e na maioria das vezes, ela se sentia como Haushinka ou como Kohakko. Todos personagens criados por ela, que cada um, separadamente, representava um estado de espírito, uma "personalidade" diferente.
E mesmo com várias máscaras, ela ainda se sentia sozinha, triste, abandonada. Assim como devia se sentir algum filhote cujos pais saíram para caçar e nunca mais voltaram. Ou talvez como uma criança que se perdeu numa rua movimentada. Quase desesperada, sem saber o que fazer, diariamente com vontade de chorar. De se debulhar em lágrimas. Isso era o que ela sentia. Era a vontade mais profunda dela. Cair aos prantos e colocar tudo para fora, enquanto aquele que havia sido feito para ela, acariciava seus cabelos ou apenas segurasse suas mãos, dizendo para que ela fosse forte.

Palavras de carinho, de afeto, de compaixão, amizade e compreensão. E principalmente, de companheirismo.
Era disso que ela sentia mais falta. Era o que ele dava a ela. E ela sabia que precisava dele. Que ela precisava mais do que tudo estar com ele, ouvir a voz dele, saber que ele ainda a amava.
E doía. Doía demasiadamente, Doía quase mortalmente.
A dor era terrível, insuportável. Ela não aguentava mais, mas era obrigada a fingir que nada estava acontecendo, que estava tudo bem. Era obrigada a ser hipócrita e concordar com o que lhe falavam. Era obrigada, pois se não fizesse isso, tudo aquilo teria sido em vão.
Ela estava cansada de chorar mentalmente, se é que isso é possível. Seu coração estava apertado, sufocado, lutando para bater mais uma vez. Ela sentia saudades, tristeza, ansiedade, agonia, raiva, frustração. Tudo isso e um pouco mais.

Ela não sabia realmente o que fazer. Então, quando o telefone tocou, seus olhos brilharam, sua mente clareou, seu coração ganhou mais força e ela sorriu.

Era ele.


...





Mal sabia ela que quando ela desligasse o telefone, aquela Grande Tristeza voltaria a assombrá-la.
E talvez, com mais vontade do que nunca.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Metamorfose Ambulante

O mundo é um lugar frio, escuro e hostil para a maioria das pessoas, que ocupadas demais sendo egoístas e analisando seu próprio umbigo, deixam a vida passar sem aproveitá-la, sem ver como o mundo é realmente. O mundo está, sim, doente. Ele adoeceu por doar demais, por oferecer amor demais. Sim, porque o amor também adoece e causa problemas, o pior é o ódio, que, como disse alguém muito esperto, "o ódio nada mais é, senão o próprio amor, que adoeceu gravemente". O nosso mundo adoeceu e hoje parece nos odiar, lançando desastres e calamidades  por aí, mas na verdade, só está mostrando o que acontece quando não se dá a devida atenção ao que merece ser visto, apreciado e cuidado. E assim é o amor. Deve e merece ser muito bem cuidado e cultivado, pois é o que nos mantém de pé, enfrentando as dificuldades e obstáculos com os quais nos deparamos. O amor não é só beijos e abraços, cinemas e pique-niques. O amor é dividir, é se preocupar com as necessidades e preocupações do outro, é confortar e agradar o outro, para então receber em troca mais amor e carinho. O amor é compreensão, amizade acima de tudo, ao lado de companheirismo. Paixão, compaixão, união. E tudo isso tem de ser RECÍPROCO, pois se não, não é amor, é devoção ou escravidão. Um casal não é feito simplesmente por duas pessoas que se gostam, mas é uma única vida composta por duas almas que se completam formando um único ser. Quando algum desses itens falta, se não se percebe a tempo de consertar, todo o amor do mundo pode sucumbir ao caos, às discussões, às ofensas, à solidão, ao afastamento, aos confrontos e inevitavelmente, à separação. 


Não sei qual é o ponto ao qual quero chegar, mas só pra finalizar, Amor é dar sem esperar receber. É aceitar, agradar, amar. Não é só o amor de mãe que é incondicional. Qualquer amor é assim, pois não existem diferentes tipos de amor. Ou se ama, ou não se ama. Se existe amor, é incondicional. Pois não existem "condições" para amar. Existem sim, coisas que machucam e fazem o amor adoecer e até morrer, mas enquanto ele existir, é incondicional. O amor que eu sinto é especial, incondicional e eterno, pois assim eu ESCOLHI. Se vou receber a mesma coisa em troca, não importa, pois não vou ficar sofrendo com isso. Claro que me chateio bastante se as coisas não andam do jeito que eu queria que acontecessem, mas vivo a minha vida de modo a não me arrepender. Se der certo, ótimo, mas se não der, eu tento outra vez, e outra, e mais outra. Eu amo especialmente alguém, e sei que sou amada especialmente também, embora às vezes tenhamos algumas outras "prioridades". Se for pra ficar junto, vai acontecer, cedo ou tarde, mas desta vez, se for pra acontecer, vai ser com responsabilidade e dedicação.




Cansei de viver de esperanças. Quero viver de realidade, viver o hoje, não o amanhã. Não quero mais me apegar às pessoas que um dia podem partir sem dar chance para as lágrimas. Cansei de viver na esperança de acontecer. Hoje só o que me importa é FAZER acontecer. Aquela menina que não sentia nada se foi, deu lugar a uma garota que sentia demais e pensava não sofrer. Essa garota também se foi. Hoje só existe uma mulher que é jovem mas já está cansada de deixar a vida passar e deixar rolar, que "tudo vai dar certo". Hoje essa mulher sabe que nada na vida dá certo, mas é FEITO certo. Hoje eu sei que estou sozinha e se eu não fizer, não acontecerá. Vou é partir pra ação, e voilá! Veremos que realmente, só assim "dá certo".

sábado, 29 de janeiro de 2011

Por que a aliança é usada no quarto dedo?


Uma lenda chinesa conseguiu explicar de uma maneira bonita e muito convincente:
Os polegares representam os pais. Os indicadores representam teus irmãos e amigos.O dedo médio representa a você mesmo. O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge. O dedo mindinho representa seus filhos. Agora junte suas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a você mesmo, como na imagem….
Agora tenta separar de forma paralela seus polegares (representam seus pais) você vai notar que eles se separam porque seus pais não estão destinados a viver com você até o dia da sua morte, una os dedos novamente.
Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam seus irmãos e amigos), você vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.

Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam seus filhos) estes também se abrem porque seus filhos crescem e quando já não precisam mais de nós se vão, una os dedos novamente.
Finalmente, tente separar seus dedos anelares (o quarto dedo que representa seu cônjuge) e você vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegue separá-los. Isto se deve ao fato de que um casal está destinado a estar unido até o último dia da sua vida, e é por isso que o anel se usa neste dedo

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Sabe qual é o meu problema?




É acreditar sempre nas pessoas, é não saber dizer não quando é preciso. É sempre perdoar as pessoas que me machucam. É sorrir quando estou triste por dentro, é chorar por pessoas que não merecem e amar quem não merecia ser amado. É sempre dar uma segunda chance, para alguém que não merecia nem a primeira. É tentar ser a melhor pessoa do mundo, é tentar ajudar a todos ao mesmo tempo, e esquecer de mim mesmo. Meu problema está nas menores coisas possíveis, mas que sempre me machucam muito, e parece que eu nunca aprendo.

Autora : Mariana Caballero

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

ROCK PARTY TERESÓPOLIS AID




Nos kits de alimentação, é importante ter açúcar, café, óleo, molhos para massas, carnes enlatadas, arroz e feijão. O material de higiene deve conter sabonete, escova de dente, creme dental, papel higiênico e desodorante. Para a limpeza, são necessários vassouras, panos de chão, desinfetante e detergente.
Os desabrigados também precisam de lençóis, cobertores e colchões. Faltam ainda banheiras para bebês, mamadeiras e leite específico para crianças em idade de amamentação.


Mais informações, popis___@hotmail.com

Poíesis
(61) 3963-4937
(61) 8529-2998

sábado, 2 de outubro de 2010

Jyoujyoushi - Poema de Amor

Kisetsu wa yume o kaete
     Não importa quantas vezes
Ikudo megurou tomo
     As cores da estação mudem
Konokimochi wa karenai
     Meus sentimentos jamais enfraquecerão
Hana no you ni
     Como uma flor
Yurameite
    Que nunca murcha
Kimi wo omou
    E penso em ti
Kana de au kotoba wa
    As palavras que cantamos
Kokochi yoi senritsu
    Fazem uma tranquila melodia
Kimi ga soba ni iru dakede ii
    Tudo o que quero é você ao meu lado
Hohoen da hitomi wo nakusanai tamenara
    Portanto, não irei perder meu olhar sorridente
Tatoe hoshi no mabataki ga mienai youru mo
    Mesmo em uma noite, em que não se possa nem ver o brilho das estrelas
Furisosogu komore bi no you ni kimi o tsutsumu
    Irei te envolver, assim como a luz do sol envolve as folhas das árvores
Sore wa boku no tsuyoku
    Este é meu voto a você
Kawaranu chikai
    Firme e imutável
Yume nara yume no mama de kamawanai
    Se isto é apenas um sonho, deixe que seja um sonho. Não importa.
Aisuru kagayaki ni afure asue mukau yorokobi wa
    Vamos encarar a amável luz que brilha no amanhã...
Shinjitsu dakara
    Pois acredito em felicidade
The love to you is alive in me
    O amor para você está vivo em mim
Woah! everyday for love. You are aside of me
    Woah! Todos os dias, por amor. Você está ao meu lado
Woah! Everyday
    Woah! Todos os dias
Nokosareta kanashii kioku sae sotto kimi wa yawaragete kureru yo, oh
    Você, gentilmente, cura até mesmo as mais tristes memórias que restaram. Oh
Hashagu youni natsuita yawaraka na kaze ni fukarete
    Sufocado por aquele macio vento, como se fosse um jogo familiar
Nabiku azayaka na kimi ga boku wa ubau
    Esse vento sai do caminho, assim como você, radiante, me leva embora
Kisetsu wa iro wo kaete ikudo megurou tomo
    Não importa quantas vezes as cores da estação mudem
Kono kimochi wa karenai hana no youni
    Meus sentimentos jamais enfraquecerão, como uma flor
Yume nara yume no mama de kamawanai
    Se isto é apenas um sonho, deixe que seja um sonho. Não importa
Aisuru kagayaki ni afure mune wo someru
    Meu coração, preenchido por um amável brilho
Itsumade mo kimi wo omoi
    Para sempre, pensará em você
The love to you is alive in me
    O amor para você está vivo em mim
Woah everyday for love. you are aside of me
    Woah todos os dias, por amor. Você está ao meu lado

L'arc~en~~ciel

Voltando a Escrever

E a|í galerinha fantasma!!
Eu sei que ninguém vem aqui, este é, provavelmente, um dos blogs menos visitados da história, maaaaas....

sabe o que?

I DON'T CARE


Porque eu não escrevo pros outros, eu escrevo pra mim mesma...
Eu escrevo pra me sentir melhor, não pra outras pessoas lerem e dizerem se gostaram ou não
Isso, na verdade, é apenas uma consequência...

Bom, mas o assunto do post não é esse...
Vim aqui somente pra dizer que eu estou voltando a escrever, agora num novo estilo, renovado e completamente diferente

Não espero que gostem
Nem que elogiem
Se fizerem algum comentário, será bem-vindo
Mas não me importo se não o fizerem ;]

Bom, é isso, leitores!
Um abraço principalmente pra PLUFT e GASPAR
xD

Beijinhos meus amores

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Depilação Feminina

O texto não é meu, diga-se de passagem...


Eu li até o final e senti dores na vagina:

“Tenta sim. Vai ficar lindo.”

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- “Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

- “Vai depilar o quê?”

- “Virilha.”

- “Normal ou cavada?”

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- “Cavada mesmo.”

- “Amanhã, às… deixa eu ver…13h?”

- “Ok. Marcado.”

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique.

Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.

Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso
cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- “Querida, pode deitar.”

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura.

Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus , era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- “Quer bem cavada?”

- “…é … é, isso.”

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- “Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.

- “Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- “Pode abrir as pernas.”

- “Assim?”

- “Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.”

- “Arreganhada, né?”

Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu.

Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- “Tudo ótimo. E você?”

Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.

O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- “Quer que tire dos lábios?”

- “Não, eu quero só virilha, bigode não.”

- “Não, querida, os lábios dela aqui ó.”
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia.

Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- “Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.”
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- “Olha, tá ficando linda essa depilação.”

- “Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.”
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. - “Me leva daqui, Deus, me teletransporte”. - Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- “Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?”

- “Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.”
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da puta arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- “Vamos ficar de lado agora?”

- “Hein?”

- “Deitar de lado pra fazer a parte cavada.”
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- “Segura sua bunda aqui?”

- “Hein?”

- “Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.“
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê… Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- “Tudo bem, Pê?”

- “Sim… sonhei de novo com o fiofó de uma cliente.”

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu twin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cús por dia. Aliás, isso até aliviava minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?

Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- “Vira agora do outro lado.”

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A bruaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- “Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.”

- “Máquina de quê?!”

- “Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.”

- “Dói?”

- “Dói nada.”

- “Tá, passa essa merda…”

- “Baixa a calcinha, por favor.”

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha!!!…como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cú. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

” - Prontinha. Posso passar um talco?”

- “Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.”

- “Tá linda! Pode namorar muito agora.”
Namorar…namorar… eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso . Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.


Sofredora com nome desconhecido.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Ansiedade + Estresse

Engordei 5kg em uma semana... Como?
Simples. Estou na minha cidade natal.

Não ficou muito claro, né? Ok.

Seguinte: se você passasse o dia ouvindo indiretas maldosas, comentários dispensáveis em um clima de pura intriga, com certeza você iria ficar um pouco estressado, né? Eu também. E além do estresse engordar, aqui onde estou hospedada a dieta consiste basicamente de massas e frituras, então, mesmo que não pareça nada de mais, engordo à tôa, senão pelo estresse, ou pela comida, pela ansiedade de sair logo daqui, de voltar pra minha familia, pra onde sou feliz... E pra onde como coisas saudáveis também. Hehe...
Desde meus 14 anos não pesava o quanto eu tava quando vim pra cá. E lembrei agora... O mais engraçado é que foi justamente nessa época, com 14 pra 15 anos que me mudei pra essa casa...

Ah, chega de post por hoje... Esse aqui tá sem pé nem cabeça mesmo...
Nem sei porque estou escrevendo isso aqui...

Pior que tô com fome de novo... =/

[Hakkyo Hoppier]

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Novidade!!

Minha irmã montou um blog, e por sinal é muito bem escrito. Ela fala de vários temas atuais e de assuntos que ela tem interesse, como j-rock, anime, animais, fan-fics, etc, além de postar de vez em quando um ou outro capítulo de alguma história que ela esteja escrevendo...

Vale uma passada por lá.

Night Volker - The Last Howl

Quem não tem colírio usa óculos escuros

Não vejo graça em um reality show que reune um bando de teen-playboys que se vestem com as roupas da moda e todos usam o mesmo penteado de cabelinho jogado de lado e "aaaiii, eles são tão lindos! Fulaninhooo, eu te amooo!!", "oownnn o Zezinho é tão fofoo, quero casar com elee!". Garotos que ainda estão trocando a voz são colocados para cantar e, com CERTEZA, pelo menos três deles vão virar sucesso e vão bombar no Top10 da MTV, cantando sempre as mesmas musiquinhas repetidas que RESTART, NX ZERO e agora, Justin Bieber (que até a Eliana adora) cantam.

Resumindo... Não gosto de modinha...
Muito menos as lançadas pela MTV.

*A Pitty tá em decadência... >.<'

Media ~~

Outro dia eu vi algo que me fez lembrar de como os jornalistas são estúpidos e merecem desaparecer. De tempos em tempos eu vejo algo que, na verdade acontece sempre. Tenho três exemplos que vão te fazer ver que tipo de "gente" são os jornalistas do Brasil (e do mundo).

Há alguns anos circulou bastante uma notícia que deixou um monte de gente boquiaberta quanto ao amor materno. Uma criança foi morta quando um caminhão passou por sua cabeça. A mãe da criança, mesmo sabendo que para seu filho já não havia mais esperanças, que ele já não respirava, conseguiu superar qualquer barreira da lógica e levantou apenas com a força dos braços o caminhão, para tirar a criança dali debaixo. Beleza. Daí dá pra ter uma noção de que mãe é mãe e nem as leis da física são capazes de dizer não a uma mãe desesperada. O segundo caso foi uma criança que caiu numa vala e ninguém conseguiu tirá-la dali. A mãe, que não sabia nadar, chorava e rezava, até que ela simplesmente se jogou na água e descobriu como nadar até seu filho e conseguiu salvá-lo. O outro caso foi mais recente, de três ou quatro semanas atrás. Uma mãe corria de um lado para o outro com a filha nos braços, tentando encontrar um hospital que atendesse a criança que fora atingida por uma bala perdida na cabeça. As duas foram recusadas em vários hospitais particulares e o único hospital público que encontraram simplesmente mandou que fizessem um exame em outro lugar, porque seu equipamento estava quebrado.

Ok. Mas aí você me pergunta "Hakkyo, o que isso tem a ver com jornalistas?", aí eu digo "tudo!" Porque, pensa comigo: quais são as chances de um repórter não saber nadar? Baixas, né? Já que se tratava de salvar a VIDA de uma criança, qual foi o maldito motivo que fez o repórter assistir a criança se afogar e ficar PARADO?? Aí eu te digo de novo: Audiência. A manchete "Criança morre afogada em vala que o GOVERNO não consertou" renderia muito mais audiência e matérias que "Repórter salva criancinha de afogamento", que renderia depois apenas algumas entrevistas. E também, eu imagino que, pelo menos no Brasil, jornalista ganha o suficiente pra ter um carro, e a equipe anda sempre com uma van ou qualquer coisa assim, não? Então porque caramba era tão difícil dar uma "carona" pra mãe desesperada e a criança baleada? Porque "Criança morre depois de ser recusada em hospitais" rende mais que "Criança baleada sobrevive". Os repórteres sabem que a morte chama mais público, porque além de brasileiro adorar cenas onde os outros se fodem, se alguém morre, é culpa do governo, que não cuida das valas da cidade, e não mantém seus hospitais. É culpa do governo. Simples assim.

O porquê dos porquês.

Eu sei que é dúvida geral da Nação essa história de porquês... Mas é tão simples que chega a ser engraçado ver as pessoas errando isso.

Vou tentar esclarecer de uma maneira fácil.

Porquê - junto e com acento = Substantivo. Só é usado na forma de substantivo.
   - Nunca soube o porquê disso.
   - Quanto ao porquê, eu não sei dizer.
   - Existem dois porquês, este e aquele.
   - Não entendi o porquê dela ter feito isso.

Porque - junto e sem acento = Resposta. É o único dos quatro que pode ser usado como resposta.
   - Porque sim.
   - Fiz isso porque achei certo.
   - Joguei a bola no lixo porque o cachorro a estragou.
   - Gosto do hakkyohoppier porque é o melhor blog.

Por que - separado e sem acento = Começo e meio de perguntas.
   - Por que você fez isso?
   - Por que o céu é azul?
   - Eu queria saber por que você fez isso. (Pergunta indireta ^_^)
   - Você poderia me explicar por que você fez aquilo?

Por quê - separado e com acento = Final de perguntas. Só no final delas.
   - Você chegou atrasado. Por quê?
   - Eu descobri que foi você. Por quê?
   - Por quê?
   - Você não gosta de mim? Por quê?

Entenderam?
Não? Prefere decorar alguma regrinha? Tá.
Presta atenção.

-Eu não sei o porquê disso.
-Por que você quer saber?
-Sim, mas por quê?!
-Porque eu quis.

(Faz de conta que você entendeu que é um diálogo)

Razões

Quais são os motivos deste blog? Por que eu o criei? Quem eu quero que venha aqui? Que tipo de conteúdo eu postarei aqui?


Essas são algumas perguntinhas básicas que dizem que deve-se perguntar a si mesmo antes de criar um blog. Eu nunca me perguntei isso, mas o farei agora, então. Quais os motivos e porque eu o criei? Porque gosto de escrever e nunca tive saco para manter um diário de verdade, então optei por um virtual. Quem eu quero que venha aqui? Qualquer um, ué, se eu quisesse, chamava gente, divulgava, mas não o faço. Tentei certa vez, mas desisti, ao ver que não valia a pena. As pessoas não entendem meus pensamentos. Que tipo de conteúdo postarei aqui? Simples. Minha opinião sobre o mundo, sobre a vida e principalmente sobre mim. 


Hakkyo, qual é a diferença entre o seu blog e os outros?
Simples também: Eu não me importo com a opinião de vocês. Se alguém vier pra me encher o saco e reclamar que podia ser assim ou pra escrever de tal jeito ou por que eu falei aquilo, eu respondo: Não me interessa. O blog é meu, eu não divulguei ele, você veio aqui porque você quis. Ele é assim, sempre foi e você gostou dele sendo assim. Então, se não quer, vai procurar outro blog, vai no blog da Geysi Arruda que com certeza é mais a sua cara e você vai encontrar mais conteúdo. Vai tuitar, vai.


Enfim, o que eu quero dizer é que o blog é do jeito que eu quero que ele seja. Se eu quiser postar minha opinião sobre algo, eu posto, se eu quero colocar algum texto meu, eu o faço. E não me interessa se vão gostar ou se não vai interessar a ninguém.


Mas se, ainda assim, você quiser compartilhar sua opinião ou deixar uma sugestão nos comentários, fique a vontade. Minha simpatia é do tamanho da sua. Seja uma mula e eu serei também, seja um colibri e eu também o serei.


E como eu já disse antes, pretendo postar com mais frequencia a partir de agora.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Conversation...

Olá, pessoas fantasmas...


Depois de mais de dois anos eis que estou aqui outra vez, com pretensões de voltar a postar qualquer coisa.
Como não tenho muito tempo devido às minhas obrigações familiares e agora profissionais, quando der eu venho e escrevo pra vocês, que eu sei, são milhares alguns leitores que se inspiram nem lêem o que escrevo.


Enfim, vim aqui neste momento para dizer que procuro pessoas interessadas em aprender ou praticar inglês, espanhol ou até japonês através do nosso tão bem amado MSN. Claro, não estou dizendo que sei falar todas essas línguas... Mas eu tenho vontade de aprender ou aperfeiçoar esses idiomas nas horas vagas. 


Quem estiver interessado é só deixar um comentário com seu msn e eu adiciono. Mas, se possível  faça o favor de deixar seu contato como gente decente, com nome, e-mail e um elogio ao blog.


Beijos e abraços, cidadãos de Townsville, Hakkyo se retira aos seus aposentos.


[Hakkyo Hoppier]

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Adoro ler

1. Vc. deve evitar abrev., etc.
2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio alexandre de gusmão, no ipiranga.
5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?
9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa porcaria.
10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.
11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.
13. Frases incompletas podem causar.
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica horrível!
25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante.
29. Outra barbaridade que tu deves evitar chê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras! .. nada de mandar esse trem…vixi..entendeu bichinho?
30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá agüentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.

Supostamente por um professor chamado João Pedro da UNICAMP

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

This is the first day of the rest of our lives

A vida é a coisa mais importante que existe.
Viva intensamente, mas com a cabeça no lugar.
Acho que não existe coisa pior que privar alguém da sua exitência. Você vai embora, nem vai sentir direito e pronto. Acabou. Pra você. Não pra quem tá perto.

Eu pretendo viver a minha vida ao lado de quem amo.
Tem tudo pra dar certo. Só falta acreditar que dá.

[Hakkyo Hoppier]

terça-feira, 30 de setembro de 2008

That's my generation

That's my generation...
I'm so fuckin' complicated, my goddess... Por que é que eu tenho que ser assim??

Coincidências?
Toda a sorte do mundo se resume a um momento: o que encontrei você...

Cansada...
you're just a fuck
i can't explain it 'cause i think you suck
im taking pride
in telling you to FUCK OFF AND DIE

Jogando pro alto
Que merda que é você gostar de alguém, ter carinho por algum amigo ou amiga que não te merece e não conseguir simplesmente give up on it.

[Hakkyo Hoppier]

START OF SOMETHING NEW

Eu tô precisando MESMO dar uma mudada na minha vida...
Mas tipo
Mudança radical, tá ligado?
Então.. só que nao fisicamente, preciso mudar minhas atitudes..
Eu tenho é que parar de me importar com o que eu gosto e ver que às vezes, a maioria das vezes, aliás, o que eu gosto é também o que me faz mal...
Eu preciso aprender a não correr mais atrás de quem não correria atrás de mim, quem obviamente não se importa com minha presença.
E nem é difícil ver quem se importa e quem não.
Mas eu não aprendo, não aprendo mesmo.
É a Hakkyo quebrando a cara desde 2006..
E não aprende nunca.
Só continua a ganhar as cicatrizes das quedas..
-.-'

[sim, é de você que eu tô falando.]
[Você que enjoou de mim e disse isso como quem diz que vai chover]

¬¬'

[Hakkyo Hoppier]

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Don't worry, be hippie!

A group of alumni, highly established in their careers, got together to visit their old university professor. The conversation soon turned into complaints about stress in work and life.

Offering his guests coffee, the professor went to the kitchen and returned with a large pot of coffee and an assortment of cups -- porcelain, plastic, glass, crystal, some plain-looking, some expensive and some exquisite -- telling them to help themselves to the coffee.

After all the students had a cup of coffee in hand, the professor said: "If you noticed, all the nice looking expensive cups were taken, leaving behind the plain and cheap ones. While it is but normal for you to want only the best for yourselves, THAT is the source of your problems and stress."

"Be assured that the cup itself adds no quality to the coffee. In most cases, it's just more expensive and in some cases even hides what we drink. What all of you really wanted was coffee, not the cup, but you consciously went for the best cups and then began eyeing each other's cups."

"Now consider this:
Life is the coffee . . . and the jobs, houses, cars, things, money and position in society are the cups. They are just tools to hold and contain life, and the type of cup we have does not define nor change the quality of life we live. Sometimes, by concentrating only on the cup, we fail to enjoy the coffee God has provided us. God brews the coffee, not the cups….”

Fonte desconhecida

Life is...

life is like a boat
life´s like a bitch

¬¬


[Hakkyo Hoppier]

Trying to understand it

;]

My head is made up of memories - I'm fuckin confused here inside...

[Hakkyo Hoppier]

SE7EN T1MES

Nascido no dia 7

Você é do tipo introspectivo, tranqüilo e analítico.
Certíssimo.
Seu objetivo é sempre a perfeição, isto é, encontrar o que há de melhor nas coisas.
Isto é, quando eu levanto pra procurar.
Você é exigente e não muito fácil de conhecer, embora seja amistoso quando conhece bem uma pessoa.
O silêncio é meu melhor amigo.
Seu interesse volta-se para o campo da ciência e do ocultismo.
Hakkyo Hoppier inteira.
Você tem qualidades mediúnicas, é sensitivo e pode seguir a sua intuição.
Nem tanto...
O difícil para você é encontrar um parceiro, pois além de não se deixar dominar, não se adapta com facilidade aos outros.
Minha relação com quase todos é muito melhor à distância mesmo.
Você terá sucesso nas atividades que exigem especialização.
Que bom.




Fonte desconhecida com comentários de Hakkyo Hoppier

Horóscopo Matinal

Como irritar um libriano...


 -Diga bastante - "Isso é com você, decida logo!"
     - 'Tanto faz", "escolhe aí" e "você é quem sabe" também contam.

-Leve-os a locais feios.
     - Fedidos, sujos ou com gente mal educada ou porca idem.

 -Aja de forma grosseira em público, tire melecas, arrote, fale palavrões, vire cerveja na mesa, chame o garçom pelo nome, peça pizza de alho e depois tente beijá-lo (a).
     - Ou seja, baixe o espírito do Shrek.

 -Critique seus parceiros. Recuse-se a debater com eles.
     - Ou o contrarie.

 -Dê para ele (a) um CD de Tiririca.
     - Calypso, Banda Eva, Restart ou Lipstick dá na mesma,

 -Faça piadinhas do tipo - "com esse vestido voce fica parecendo a garota
propaganda da Ultragaz".
     - "Você tá gorda", "adoreeeei sua torta de maçã" ou "aquela loira ali é mó gostosa" surtem o mesmo efeito.


Fonte desconhecida

terça-feira, 16 de setembro de 2008

At times like these

Summer has came and passed..
Wake me up when this shit reaches the end.

[Hakkyo Hoppier]

Sobre o Tempo

Não existe hora certa ou errada pra algo acontecer. Só depende de como você aproveita o momento.

[Hakkyo Hoppier]

Like Jack Sparrow says...

I love those moments...
I like to wave at them as they pass by...

[Johnny Depp em Piratas no Caribe]

My stuff...

Life!

Hope!

Truth!

Trust!

Faith!

Pride!

Love!


Lust!

Pain!

Hate!

Lies!


Guilt!


Laugh!

Cry!

Live!

Die!





[Good Charlotte]

domingo, 7 de setembro de 2008

Conversando comigo mesma.

Me ame, me odeie, me adore, me despreze, eu não ligo.
Me idolatre, morra por mim, chore por mim, ria de mim.
Fale o quanto quiser de mim, me difame, me divulgue.

Eu não me importo

Faça o que quiser, pense em mim, me inveje, corrompa minha reputação.
Diga o que vier à mente, me ame platonicamente, me deseje pra sempre.
Sonhe comigo quantas vezes quiser, pode até ser pesadelo, se preferir.
Pois eu não dou a mínima.
Crie expectativas, continue me amando ou odiando, tanto faz, não me afeta.
Tente estragar minha vida, tente arruinar a sua, simplesmente por mim.
Me esqueça, ou não permita que eu fuja dos seus pensamentos.
Só não quero que venha me perturbar com suas ladainhas sem sentido.
Pois você já não tem importância pra mim.

It's personal, between me and myself

Her name is Haushinka, she's just a girl with an unknown way to path. She's a girl who doesn't know what to choose, what to do, what to feel, what to say.
Haushinka is a girl who loves to live her life to the extreme, she doesn't care about anything but herself, and she's right. Because that's the only way to be happy. You can't keep yourself from your feelings just because you don't want to hurt someone else. Haushinka knows that. That's why she's happy.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

[Nossa quinta-feira]

Almost 6.0

[I'm sure the times we had were the best they could be]

[Hakkyo Hoppier]

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Lições II

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

[Hakkyo Hoppier]

Lições I

Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite , Amor )
William Shakespeare

Fragmentos. [Parte III]

Ela cansou. Cansou de viver num mundo de falsidades, de superficialidade, cansou de viver num mundo de aparências. Viver nesse mundo nunca fora uma idéia que a agradasse, mas ela era obrigada, ou ao menos, se sentia obrigada, a viver nesse mundo, a tolerar todo e qualquer tipo de mentiras, hipocrisias. Mas ela agora estava decidida. Não fingiria mais ser quem não era, se é que um dia o fez.

[Hakkyo Hoppier]

domingo, 24 de agosto de 2008

Paciência

“Há tempo de plantar, e tempo de colher”, diz Salomão no Eclesiastes.
Existem momentos em que o guerreiro desembainha sua espada e parte para o combate. Mas existem momentos em que é preciso ter paciência.
Sentar. Relaxar. Rezar. As coisas virão no seu devido tempo - não se preocupe.
Não adianta ficar andando de um lado para o outro. Não adianta parecer ocupado, ou iludir-se com a sensação de que está fazendo alguma coisa. Não adianta forçar um aprendizado novo.
No intervalo entre um combate e outro, o guerreiro fuma seu cachimbo e espera. Se não agir assim, seus olhos não poderão enxergar os sinais de Deus. E todas os mapas capazes de guiar seus passos podem passar despercebidos.


[Texto por Paulo Coelho]

Thinking about loving you...

"Há quatro perguntas de valor na vida ...

O que é sagrado?
De que é feito o espírito?
O que é importante na vida, e por que vale a pena morrer?


 A resposta para cada uma é o mesmo.
Apenas amor".

[Johnny Depp em Don Juan de Marco]

Dias e dias

A imperfeição pode ser um indício da busca pela perfeição...

Mas também pode ser um sinal de mero descaso.

[Hakkyo Hoppier]

sábado, 23 de agosto de 2008

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Fragmentos. [Parte II]

Ela mudou. Não se sabe se pra melhor ou não, mas mudou. Ela não é mais aquela menina comum que era antes, não se sentia mais como se sentia antes. Nem ao menos se importava com o passado. Só queria viver o presente. Pra ela, era só isso o que importava. Viver o agora, esquecer as consequências e todo o resto. Ela só queria ser ela mesma, ser livre, inconsequente. Imatura, feliz.
Ela tinha certeza que acabaria gerando problemas, se não pra ela, pra quem estava ao seu redor, mas ela não se importava. Nada poderia ser pior que ser controlada, presa, ser infeliz. E ela sabia bem disso. Não queria ver ninguém sofrendo, mas assim é a vida, pensava ela. Todos devem sofrer alguma vez na vida, pois pra aprender é preciso cair, e quando se cai, feridas e cicatrizes aparecem. Só temos que aprender a levantar e perceber que a dor é inexistente. Só pensamos que está ali porque queremos que ela esteja ali. Ela acreditava piamente nisso. Para ser feliz bastava querer. Acreditar.
Ela só não sabia se isso seria simples como parecia. Claro que não era o que ela esperava, pois um caminho reto e sem obstáculos não tem graça e logo chega ao fim. Mas ela iria trilhar com atenção esse caminho, mesmo fosse perigoso, cheio de problemas e desvios, quer fosse simples ou quase impossível.
Só o que importava era curtir o momento.

CARPE DIEM

[Hakkyo Hoppier]

sábado, 9 de agosto de 2008

Fragmentos. [parte I]

Ela tinha tudo. E ao mesmo tempo não tinha nada. Queria jogar tudo o que tinha pela janela, queria fugir, queria escapar de tudo isso, fazer voltar a ser como era. Mas ela sabia, era impossível. Nada seria como um dia fora. Por mais que ela quisesse. Tudo havia mudado e ela nem ao menos se dera conta do que houve, sentia como se tivesse se ausentado de sua própria vida por um longo tempo. Não era mais capaz de se reconhecer, suas atitudes, seus pensamentos e até seus sentimentos eram diferentes, repulsivos. Se sentia perdida em seu próprio mundo, confusa, rejeitada por si mesma.
Quando parou para observar, viu que ninguém ao seu redor valia a pena, nada nem ninguém fazia diferença em sua vida. Os poucos que ela julgava insubstituíveis agora haviam se afastado, ela não sabia se fora ela mesma que os repelira ou se foram eles que mostraram como realmente são. Sentia um mal estar crescendo, estava cansada, atordoada, só queria descansar e esquecer tudo isso, para então voltar e perceber que aquilo talvez não passasse de um sonho. Um pesadelo.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Devaneios sobre o hoje

Dizem por aí que o mundo pertence aos individualistas, mas não gosto de pensar que isso é verdade.
sabe duma coisa? Eu vi um filme. (uaaaau!)
Chama-se Natureza Selvagem... No final ele tem uma ótima lição de moral... Mostra que pra ser feliz, você precisa dividir essa felicidade com alguém... Não dá pra ser feliz sozinho, mesmo que grande parte das pessoas de hoje estejam se afastando umas das outras, sendo mais independentes, ficando mais sozinhas, elas não são felizes, porque não têm ninguém com quem compartilhar suas vitórias, seus sucessos, sua felicidade. No máximo, existe aquela coisa vaga da galera do trabalho, ou do clube, sair pra beber num barzinho vez ou outra, falando mal do chefe ou daquele playboyzinho rico.. Não gosto de pensar que eles são vazios... Prefiro pensar no quanto eu sou completa, o quanto sou feliz por ser quem sou, o quanto gosto de fazer as coisas que faço e do meu jeito.
Eu tava reparando dia desses... Eu estou cada dia mais só. Tipo, eu nunca tive muitos amigos, mas tinha sempre uns tantos com quem eu podia contar.. Ou pelo menos eu achava que podia... Daí eu mudei de casa, depois mudei de colégio e pouquíssimos restam. Eu sempre achei e sempre me disseram que não seriam esses dois minimos fatores que me distanciariam dos meus amigos. Mas era mentira. não só me distanciou da maioria, como também gerou atritos com outros. Eu até agora fico indignada com isso. Pessoas com quem eu acreditava que houvesse amizade pura e verdadeira me deixaram simplesmente por eu não estar mais no mesmo ambiente que elas. Pra ser sincera, hoje, só existem quatro pessoas com quem eu posso realmente contar, mas às vezes ainda fico na dúvida com uma ou duas. e mesmo assim, duas dessas pessoas só posso ver uma vez por ano.
Quando eu vejo que há reciprocidade, eu corro atrás, eu ligo, pergunto, deixo recados, me preocupo. Mas se eu percebo que só eu faço isso, imediatamente paro. O mais engraçado é que pouco tempo depois que eu 'desapareço', várias pessoas me ligam perguntando o que aconteceu. Não perguntam se estou bem porque se preocupam comigo, mas pelo simples fato de que eu parei de 'puxar o saco' deles... Esse pode ser considerado até um defeito meu. Eu me preocupo demais com quem não esta nem aí, corro muito atrás de quem não se importa, de quem só percebe quando vê que o celular não toca mais.
Ontem eu vi um post sobre estar sozinho. Hoje há cada vez mais pessoas que se sentem sozinhas no mundo. Acho isso bizarro. Ninguém se preocupa em dar atenção àquela moça triste que divide o banco do ônibus com você. Ninguém se preocupa em ajudar, pode ser que tudo o que essa moça precisava era uma palavra, um simples 'tudo vai ficar bem, não se preocupe', mas não. É demais pra você. É demais pra mim. Não podemos fazer isso. Se o cara do outro banco não fez o mesmo, por que eu faria? Se ele não faz, eu não faço. Isso afasta as pessoas. Se fosse a vinte anos atrás, acredito que haveria, sim, algum ombro amigo praquela moça. Haveria alguém que tirasse dali aquele cachorro faminto, exposto como obra de arte. Se fosse antes, alguém o tiraria dali. Hoje, uns acham lindo e criativo, enquanto outros apenas acham um absurdo, mas ninguém o tira dali. A única coisa que muda entre esses dois grupos são as palavras que dizem enquanto o observam morrer. Assim, as pessoas se conformam que não podem fazer nada, que não têm voz ativa, e se distanciam cada vez mais, deixam de viver neste mundo pra viver em seus próprios mundos, onde só existe ela mesma e seu umbigo.

[Hakkyo Hoppier]

terça-feira, 6 de maio de 2008

Soda Cáustica

Por que é que tem que ser assim?? Por que eu sempre tenho que fazer alguma merda sem perceber?? Por que? Por que eu sou tão inconseqüente? Por que eu sempre digo ou faço algo que ofende alguém e não percebo isso? O porquê disso eu realmente não sei, mas eu sei que isso faz crescer um ‘autodesprezo’ em mim... Faz-me querer sumir, me faz querer mudar. Mas quanto mais me preocupo em medir minhas atitudes, mais eu faço coisas que não deveria. Pior é quando eu não sei o que é. Fico me martirizando por algo que não tenho conhecimento, por algo que eu sei que não deveria ter feito, algum ato impensado, imprudente. E isso machuca, não só à pessoa com quem eu agi mal, mas a também a mim. Eu sei que tenho defeitos, sou explosiva, sou infantil às vezes, chego a ser arrogante outras vezes, sem nem ao menos perceber, mas o meu pior defeito é ser impulsiva. Agir sem pensar, falar sem prever a reação dos outros... Mas depois de tantas brigas e discussões por culpa disso, eu percebi que mudei um pouco. Se me consideram impulsiva hoje, que não tentem imaginar alguns anos atrás. Isso eu notei mesmo. Mesmo que eu esteja mudando aos poucos, estou mudando, quero ser alguém melhor, quero ser importante para alguém, quero me sentir útil, mas infelizmente eu não mudei o suficiente ainda. Continuo magoando as pessoas, inconscientemente. E isso me corrói por dentro, como soda cáustica faria, ou pior. E não vejo solução.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

O Vazio

Às vezes nos sentimos sozinhos, abandonados, rejeitados... Sentimos falta de carinho, de amigos, da nossa família... alguns chegam a chorar por solidão e sofrem com depressão. Passam anos se drogando com calmantes, gastam fortunas com terapias, tentam suprir essa falta com seus poodles cor-de-rosa e acabam nunca preenchendo essa terrível sensação que é o vazio.

E isso é mais comum do que parece.

[Hakkyo Hoppier]

terça-feira, 8 de abril de 2008

Composição poética.

Leia-se 'tentativa frustrada de poema surreal'

Mente. Composição de absurdos esdrúxulos que se atiçam à medida do possível.
Sentidos. Sem sentido. Com apenas um movimento, loucamente intenso.
Não quero saber disso, é apenas algo ritmado. Minuciosamente acompanhado por um entardecer controlado, apaziguado por momentos nostálgicos e ignorados.
Um relance de abstracionismo, munido de contas cômicas e um tanto alaranjadas.
Romances coloridos, altos, circulares. Esses caem em um ostracismo comum ao ego humano atual, fazendo com que o que é mero tédio se transforme em acasos famintos de incompreensão imediata.
Portanto as imagens consertadas não se fazem passar por geopolítica mundial, nem mesmo costumam querer esperar, curiosas, por satifação. Repletas de beijos pensativos, que passam pelas ruas amargas deste espetáculo que é a vida, ficam a imaginar se ouviriam os meses dizendo os disparates usuais, assim como eram as pinturas no início do inverno. A música, inconsolável, imprudente, quer encontrar algo mais seco, mais tinto, mais vinho, mas infelizmente só o que a consome é o cúmulo da esperteza animal instintiva, feliz por corroer também aos sapatos velhos no fundo do armário.

[Hakkyo Hoppier]

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Coisa de Zodíaco...?

Hoje eu acordei e me lembrei de você,
Me perguntei se poderia te ver.
Quis saber se pensando em você
Eu faria você lembrar de mim também...

[Hakkyo Hoppier]